Como analisa o Dr. Haeckel Cabral, a mentoplastia é o procedimento que reposiciona o queixo para melhorar proporções e reforçar a harmonia do rosto. Muitas insatisfações com o perfil não vêm de um defeito isolado, mas de um desequilíbrio sutil entre queixo, mandíbula, lábios e nariz. Se a sua meta é conquistar um contorno mais definido e coerente com sua identidade, agende uma avaliação e leia este artigo até o fim para chegar à consulta com critérios claros.
Redução do queixo: Como preservar a naturalidade?
A mentoplastia de redução é indicada quando o mento é grande, longo, largo ou excessivamente projetado. Em linha com a estética facial, esse tipo de excesso pode “puxar” a expressão para baixo ou criar uma rigidez indesejada, principalmente quando o restante do rosto é delicado.
A redução pode envolver diminuição do volume ósseo, ajuste da projeção ou remodelamento para suavizar contornos. No entanto, o limite precisa ser respeitado. Um queixo reduzido demais pode enfraquecer a estrutura do terço inferior, diminuir a definição mandibular e criar uma aparência desproporcional. Como observa o Dr. Haeckel Cabral, o foco é reduzir o que pesa visualmente sem eliminar o suporte que dá equilíbrio ao rosto.
Implante ou cirurgia óssea: Por que isso muda a previsibilidade?
Existem duas linhas principais de tratamento: mentoplastia com implante e mentoplastia óssea. A escolha não é “qual é mais moderna”, e sim qual atende melhor ao seu objetivo.
A mentoplastia com implante costuma ser considerada quando o objetivo principal é aumentar projeção e quando o desenho ósseo permite um encaixe adequado. Em muitos casos, ela entrega uma melhoria clara no perfil com uma abordagem mais direta.

Já a mentoplastia óssea permite ajustes mais amplos e precisos, incluindo avanço, recuo, encurtamento e correções de assimetria. Sob o ponto de vista técnico, é uma alternativa robusta quando o caso exige mudança tridimensional maior, ou quando se busca controle fino do posicionamento. No entendimento do Dr. Haeckel Cabral, a previsibilidade cresce quando se escolhe a técnica pelo problema real, e não apenas pelo desejo de “aumentar” ou “diminuir”.
Quando associar procedimentos para harmonizar o conjunto?
A mentoplastia pode ser feita isoladamente, porém algumas associações fazem sentido quando o objetivo é harmonia facial completa. Um exemplo é a relação queixo e nariz. Em certas faces, um queixo retraído faz o nariz parecer maior do que realmente é, e a correção do mento pode equilibrar o perfil sem necessidade de mudanças adicionais. Em outros casos, quando há desejo de alterar o nariz e o queixo ao mesmo tempo, planejar o conjunto ajuda a evitar desproporções.
Também é relevante considerar a região do pescoço. Um queixo com pouca projeção pode reduzir a definição mandibular e favorecer uma transição mais suave com o pescoço. Dessa forma, ajustar o mento pode potencializar a leitura de contorno mesmo sem tratar diretamente o pescoço. Como pontua o Dr. Haeckel Cabral, a pergunta certa não é “o que devo operar”, mas “qual desproporção está gerando a minha queixa principal”.
Como funciona a recuperação?
Recuperação não é um evento, é uma fase de acomodação. Nos primeiros dias, é comum haver inchaço, sensação de rigidez e desconforto moderado. A depender da técnica, podem existir orientações sobre alimentação mais macia, limitações de esforço e cuidados locais específicos.
É importante entender que o edema altera a percepção do queixo. Assim sendo, avaliar simetria ou projeção de forma definitiva muito cedo pode gerar interpretações injustas. Em geral, a leitura do contorno melhora conforme o inchaço reduz e os tecidos se estabilizam. Como destaca o Dr. Haeckel Cabral, o acompanhamento pós-operatório organiza expectativas e ajuda a reconhecer o que é parte do processo normal de cicatrização.
O equilíbrio como resultado
A mentoplastia é uma cirurgia de proporção. Ela pode avançar ou reduzir o queixo para alinhar o terço inferior com o restante do rosto, melhorar o perfil e reforçar a definição mandibular, desde que o planejamento respeite anatomia e objetivos reais. Em suma, o melhor resultado não é o que chama atenção por exagero, mas o que parece naturalmente harmônico.
Autor: Turgueniev Rurik

